Bem...
Olá a todos, ás poucas pessoas que prestam atenção aqui ao meu cantinho estranho.
Em Dezembro do ano passado, prometi a mim mesma nunca mais escrever neste blog.
Nunca mais expor a minha vida.
Nunca mais expor o que sinto desta forma.
Prometi e vou cumprir.
De agora em diante, o "De pernas pró ar" está oficialmente encerrado.
Não vou fazer desaparecer o blog, pois contém informação da minha vida que, mais cedo ou mais tarde, poderei querer rever. Blogs de amigos que poderei querer consultar.
Mas desisto.
Tenho pena de ter tido pouco reconhecimento pela forma como escrevo, ou pelo que escrevo, de certeza culpa minha por não ter insistido nas coisas que deveria.
Aos poucos que me souberam ler... Encontrar-nos-emos por aí um dia.
Obrigado por algumas palavras de carinho que recebi, pelo apoio que tive de algumas pessoas.
Beijos e abraços a todos,
S.
I was five and he was six
We rode on horses made of sticks
He wore black and I wore white
He would always win the fight
Bang bang, he shot me down
Bang bang, I hit the ground
Bang bang, that awful sound
Bang bang, my baby shot me down.
Seasons came and changed the time
When I grew up, I called him mine
He would always laugh and say
"Remember when we used to play?"
Bang bang, I shot you down
Bang bang, you hit the ground
Bang bang, that awful sound
Bang bang, I used to shoot you down.
Music played, and people sang
Just for me, the church bells rang.
Now he's gone, I don't know why
And till this day, sometimes I cry
He didn't even say goodbye
He didn't take the time to lie.
Bang bang, he shot me down
Bang bang, I hit the ground
Bang bang, that awful sound
Bang bang, my baby shot me down...
Pronto, voltei.
E espero voltar ácida, amarga, risonha e contundente.
E hoje vou falar de uma coisa muito séria: cinto de ligas e meias sensuais.
Esqueçam estes adereços, de uma vez por todas.
Eles gostam é de foda á durão, arrancar as meias com os dentes, desapertar o fecho do cinto de ligas (caso tenha fecho) com aponta do nariz (?).
Falsos mitos esses de que os homens adoram a sensualidade de uma meia preta até á coxa, com ligazinha de renda a condizer, tudo a fazer "pendant".
Dass, errado!!!
Eles o que curtem é: foda no carro, apressada; sexo no meio do mato, meio ás escondidas;dar uma pinadelazita com a melhor amiga dentro do quarto pequeníssimo dela; receber um belo de um broche no meio da auto-estrada. Sim, é isso que eles querem.
Detalhes como o toque do cetim, a composição, a suavidade da meia escolhida, a cor, a sensualidade daquilo tudo, vem por água abaixo quando se viram para o lado e põem-se a ver o filme dos Transformers e só vos passam a mãozinha delicadamente pela coxa!
Dass, malditos homens.
Pena terem algo no meio das suas belas pernas, que eu aprecio tanto.......
(pensado e escrito pelo meu alter-ego, críticas a este meu lado pessoal aceitam-se.)
Aqui fica uma promessa: vou deixar de escrever merdas sentimentais sobre mim mesma.
Para quê? Não dá alívio á minha dor, por isso, que se foda.
Que se fodam todos os homens e todas as mulheres que não sabem lidar com os seus sentimentos, tal como eu.
Hoje, fechei o tasco para sentimentos falados em blogs.
Guardo-os só para mim, para mim o meu sofrimento, a minha alegria e a minha fugaz vivência mundana e espiritual.
Chega.
Fechei o tasco para isto.
Outras coisas surgirão.
( Para breve, a volta da Fénix, vinda do meio das cinzas. )
Tantas e tantas vezes me perguntei "porquê tu?".
Porquê os teus beijos, o teu sorriso, a tua solidão silenciosa?
Porquê que tudo me recorda esta grande mentira?
Sim, porque a mentira está onde menos a esperamos.
Escondidinha, á espera de saltar para as mãos de quem não acredita nela.
Mysteries of love ?!
( Fazes-me falta. )
Está a chover. É primeiro de Novembro. Dia de relembrar que morreu. Quem partiu.
Fui aos cemitérios de manhã.
Via pessoas carregadas com flores caras, orquídeas, rosas, arranjos coloridos, grandes... De balde na mão e vassoura, a limpar as campas dos seus entes queridos.
Ás vezes, penso o que essas pessoas terão na cabeça.
Sentirão de facto necessidade de limpar, envernizar, aquelas campas? Ou não passa tudo de uma obrigação social? Algum peso na alma as levará a limpar tanto, a arranjar tudo de modo a que a floreira da campa dos seus pais esteja mais bonita que o arranjo de flores da campa vizinha?!
Acredito que muita gente o faça porque não tem mais oportunidade durante outras épocas do ano. Mas para muitos... será uma fachada. Obrigação desmedida.
Quantas vezes chorarão pela falta que as pessoas que partiram lhes fazem? Quantas vezes se lembram das pessoas que partiram quando eram vivas? Será que as ajudaram em vida? Será que agora em morte, se limitam a ungi-las de coisas bonitas, para que tudo faça sentido nas suas cabeças?
Questiono a morte. Vivi-a muito de perto. E lembro-me de cada detalhe de cada pessoa querida que partiu.
Lembro-me da sopa que a minha tia fazia, do seu cabelo branco comprido, arranjado numa trança. Do meu tio me levar ao infantário, das suas orelhas grandes. Do rosto bonito da minha avó paterna e das suas mão cheias de artrite. Do sorriso do meu avô paterno. Do dominó do meu avô materno. Da gargalhada da minha madrinha, das asneiras que dizia e que me faziam rir tanto.
Não preciso de flores para o demonstrar. Está tudo na minha cabeça.
O porquê da nossa vida?!
Desta passagem interna entre mundos, o Mundo do antes, do agora, e do depois?!
Necessitamos de viver a vida como uma passagem simples. Um caminho com muita gente a cruzar-se connosco. Homens, mulheres, motivos, acontecimentos, sucessões de actos e pensamentos.
Acredito que o motivo das coisas está por detrás de tudo o que somos.
Dos nossos medos, fobias, crenças. Dos nossos sorrisos, choros, gritinhos pequeninos, pequenas faltas e desinteresses. Da nossa criação, do ventre materno, da voz do pai, do carinho da família que deveria existir e nunca houve. De inúmeros factores
Tudo acontece por um motivo.
Se me cruzei contigo, foi porque teve de o ser assim. Foi porque, talvez, tivéssemos de passar por isto para, além esta vida, nos conseguirmos perdoar, entender, e sermos capazes de evoluir como espírito.
Sim, porque o corpo vai-se, mas o resto... O resto talvez ande por aí.
O resto de todas as coisas vivas que existem.
O resto do bebé que não nasceu. O resto da vida que poderia ter gerado.
O resto dos cãezinhos que tive na infância.
Restos de almas. Um dia, seremos almas assim?!
Perdidas entre mundos, á espera do nirvana. Trabalhando por ele.
Será isto?!
O choro entope-me as veias.
Quase de fico sem respirar. Muco no nariz. Boca seca de saliva inexistente.
Olhos vermelhos, raiados de sangue.
Dói o peito. Sufoco gritos cá dentro. Anos de repressão. Falta de confiança em mim.
Dias de dúvida. Desvalorização. Morte e dor.
Desprezo por mim. Desprezo pelas pessoas a quem deveria amar e que nunca me abandonaram.
Dói.
Ires-te embora... no fundo - e após esta dor - será um alívio.
Deixarei de me sentir mal de cada vez que usar uma lingerie.
Deixarei de duvidar se sou amada, ou se não gostas nem um pouquinho daquilo que sou.
Deixarei de ver em ti alguém bom, e passarei a ver-te como és - frio, sofrido, alguém que não tenta nem por um segundo, amar outro alguém.
Talvez te ame durante algum tempo, ou para sempre. Ainda não o sei.
Prefiro não o saber.
Será que é amor?! Também não o sei. Agora, começo a duvidar de tudo, até que o seja - vejo-te á claridade (e esqueço a imagem que tinha de ti, essa imagem desapareceu, evaporou. Cansei de a ver.).
Talvez um dia, possamos nos entender. Sem meias palavras. E sem ter que te perguntar se gostas de mim.
Talvez um dia consiga ler algo nos teus olhos. Algo de bom em relação a mim.
" Springing from a darkened mind...
So lovely was the loneliness "
Odeio mentiras. Por muito breves e inocentes que sejam.
Quero agressividade na verdade, sem meias palavras.
Quero ser magoada se for preciso, não iludida.
Pela primeira vez, quero ser ouvida sem vozes de fundo.
Sem algum tipo de distorção. Ser ouvida e entendida com clareza e alta definição.
(Antes ser transparente, frágil e volátil, que ser uma daquelas que veste a capa da mentira, dourada, envelhecida e estranhamente entranhada dentro do corpo.)
Versos de Orgulho
O mundo quer-me mal porque ninguém
Tem asas como eu tenho ! Porque Deus
Me fez nascer Princesa entre plebeus
Numa torre de orgulho e de desdém.
Porque o meu Reino fica para além ...
Porque trago no olhar os vastos céus
E os oiros e clarões são todos meus !
Porque eu sou Eu e porque Eu sou Alguém !
O mundo ? O que é o mundo, ó meu Amor ?
O jardim dos meus versos todo em flor ...
A seara dos teus beijos, pão bendito ...
Meus êxtases, meus sonhos, meus cansaços ...
São os teus braços dentro dos meus braços,
Via Láctea fechando o Infinito.
Florbela Espanca
Sabes...
Vou-te dizer coisas que nunca disse.
Coisas que me perseguem, magoam, ferem e sangram cá dentro.
Só me lembro de sentir a almofada alagada em água. Lágrimas. E de ouvir a minha mãe ao longe falar que "a Tia Maria tinha falecido".
Bastou-me isso. Com isso aprendi o que era a morte. A perda. O medo e a insegurança de ver partir quem querermos ter sempre ao nosso lado.
Seguiu-se o Tio Quim, a Avó Saloia, o Avô Pinho, ao Avô Inácio, a Madrinha Berta.
Com seis pessoas, aprendi a saborear a morte com fracasso, indelicadeza e revolta - mas no final, aceitação.
Com Eles, aprendi a ver que... quem queremos que fique, algum dia terá de partir.
Mais cedo ou mais tarde, ficaremos sós na nossa solidão mais eterna - nem que seja no leito da morte, a fechar os olhos, e a ver as pessoas que amamos desfocadas e com a voz ao longe, desaparecendo suavemente.
O meu coração partiu-se diversas vezes, e por mais vezes se recompôs.
Amei muito, desejei ainda mais, fiz rir, fiz chorar, fiz coisas boas, coisas menos boas, fui infeliz, fui incompreendida, vivi a felicidade de perto, e a quilómetros de distância.
Poderia ter enveredado por caminhos muito sórdidos que jamais ousaria contar a quem quer que seja.
Mas, para ti, abro uma excepção - falo-te com palavras reais, palavras saídas das feridas de cá de dentro, dos esqueletos mais bem escondidos no meu armário de madeira empoeirada.
( Disse-te coisas que nunca disse. E fica ainda muito mais por dizer. Talvez um dia, consiga falar do antes, sem chorar, sem me sentir culpada, sem ter medo.)
Insegurança.
Porque motivo somos inseguros, ou "bate" aquela insegurança miudinha de vez em quando?!
Porque motivo amamos e somos amados, e a insegurança faz sempre parte de cada pensamento?!
Porque motivo penso que a cada minuto, tudo vai terminar, e nada vai sobrar de coisa alguma?!
Há dias assim.
Inseguros dentro da nossa cabeça.
" I'm about to drop off
let me tell you my last thought
drift into a deep fog lost where i forgot to
hold it
i can feel you most when i'm alone... "
A vida prega-nos partidas, ás vezes muito boas.
Quando não prevemos apaixonar-nos por ninguém, é quando aquele sentimento de querer se apodera mais de nós.
Quando estamos cansados da vida que levamos,das suas incertezas e dúvidas, é quando alguém nos mostra que, afinal, e no final de contas, o nosso sorriso e os nossos momentos felizes são importantes de verdade.
São estes momentos de clarividência, de verdadeira lucidez, que nos transformam por dentro. Fazem de nós pessoas melhores, com fé na existência, no amanhã, as pessoas que amamos e que fazem parte de nós.
Não sabia que conseguia chorar tanto de alegria.
Não sabia que tinha cócegas e arrepios nas costas e no pescoço.
Não sabia que gosto de beijos delicados e pequeninos.
Não sabia o cheiro do amor.
Da paixão convertida nas tuas palavras e no teu corpo.
Arranca-me o coração com as tuas palavras
doces
longas
excitantes
ternurentas.
Leva o meu perfume contigo
para dentro das tuas memórias boas.
Esquece o negro do dia que começa
e leva o meu coração contigo
para o trabalho
para a rua
para cada fotografia
para cada palavra que digas.
Arranca-me, hoje, o meu coração
melancólico
parado no tempo
e leva-o contigo para aí,
para esse lugar onde sonhas.
Leva-o contigo para todo o lado
como um troféu coberto de felicidade.
Abre-me o corpo com as mãos
e arranca-o para fora
- esteve preso dentro de mim demasiado tempo.
Arranca-me o coração á força
com a estridente gana de quem ama.
(Não o percas, segura-o bem
entre os dedos
e avança pela rua fora.)
Sem muitas palavras para esta música.......
"Our hearts collide"....
( Imaginar dois corações a colidir... Um contra o outro... Visão fantástica... )
O amanhã é sempre tido como garantido.
"Ah e tal... amanhã vou ver se faço diferente de hoje"...
Mas esquecemo-nos que fazer diferente é não pensar no que se fará bem amanhã, mas fazê-lo bem hoje.
Como se a dona do dia de amanhã fosse a Morte, e nada existisse além disso.
Viver bem hoje não significa viver tudo de uma só vez.
Mas sim, viver o possível para nos sentirmos bem com o Mundo, com as pessoas á nossa volta, com a nossa própria intimidade, com o nosso próprio Eu.
Viver com intensidade e amor.
Uma musiquinha "recomendada" por alguém muito muito muito muito, toneladas de muito, especial...
Música para o meu coração :)
Com chicote de seda
Tatuo palavras nas tuas costas.
Encho-te o ego de doces feridas
E vou embora.
Fujo da minha sombra.
Se deixo de sorrir
Caio nas garras do medo.
Tatuo palavras nas mãos que beijas.
Sonhos inexistentes.
Ou sonhos que calo de propósito
Para não os ouvir cantar alto.
Rir é bom... para evitar chorar quando as coisas ás vezes não são bem como imaginamos.
Criamos na nossa cabeça pessoas, atitudes, palavras, gestos, temas de conversa, coisas boas demais para a nossa realidade fodida.
Somos animais, e disso não passamos.
Evoluímos para bípedes, criadores do Fogo e do Ferro, artistas, pensadores, filósofos, bons amantes, revolucionários... mas mantemos a brutalidade e a estupidez no nosso cerebelo e lobos parietais.
Criamos o computador, a pílula, o transplante de coração; fomos á Lua e voltamos; criamos o submarino, o automóvel, a insulina, o telescópio; o cubo mágico, o baralho de cartas, aPlaystation, a matemática; criámos o riso e o choro. O drama.
Mas continuamos como no início da criação do nosso cérebro: básicos.
Não basta querermos alguém.
Desejar alguém.
Querer estar junto a alguém.
Querer reconhecer alguém como parte da nossa vida.
A luta faz parte do processo.
Quero lutar por ti?!
Será que valerá a pena?!
Vamos ver.
Pelo menos, a algum lado irei ter.
Alguma coisa há-de restar, ou ser criada, ou ser destruída.
Vamos ver.
O que são as futilidades afinal?!
Sinto-me vazia por dentro e, por fora, cheia de coisas que não necessito.
Necessito de 20 cremes para colocar no corpo, nas unhas, nas cutículas, nos calos dos pés, nas rugas a volta dos olhos, nas rugas da testa, nos pêlos encravados?! Não, não necessito.
Necessito de comer 2 hamburgers, quando só tenho fome para um?! Não, não preciso disso.
Necessito de 30 peças de roupa, quando algumas delas, só as visto uma vez por mês, ou por ano?! Estupidez pura!
Necessito de gomas doces, bolos, refrigerantes?!
Necessito de mais umas sandálias?! De uma cadeira nova para o quarto?!
Necessito de um carro novo, mais actual, mais moderno, com melhor design e conforto?!
Necessito de TER uma casa só minha, assinada em papel timbrado e com um grande carimbo por cima?!
Não.
Há pessoas que andam quilómetros para terem poucos litros de água, que nem se sabe bem se é potável.
Há crianças, mulheres, adultos, a morrerem de fome do outro lado do Mundo, ou na porta ao lado da nossa.
Há pessoas que não têm acesso a um médico sequer, a uma vacina, a um antibiótico, a um tampão, a um pequeno frasco de gel de banho, um sabão ou a uma escova de dentes.
Há pessoas que vivem, não por viver, mas porque sobrevivem num Mundo tão difícil e tão árduo que, cada alegria, cada vida, cada sorriso, cada pequenina coisa material, vale ouro, o ouro mais caro do Ocidente Civilizado.
Há pessoas que morrem de stress, nas grandes cidades do Mundo Civilizado - morrem de tanto trabalhar, de tanto se esforçarem por coisas que, no final, não valerão de nada.
Há pessoas que morrem de fome, em todo o planeta. Não pedem muito, apenas uma migalha daquilo que desperdiçamos todos os dias.
DESPERDIÇAMOS DEMAIS, inclusive a nossa própria Vida, porque teimamos em ver coisas que não existem.
Teimamos em ver que, qualidade de vida, é sinónimo de quantidade - e não o é.
Por isso, vou repensar a minha existência, valorizar o "pouco" que tenho que, tenho a certeza que será muito no final.
Vou tentar mudar, escolher o meu rumo, tendo em conta que futilidades não me interessam tanto quanto antes.
Animação criada pelo francês Cédric Villain, melhor curta-metragem, Anima Mundi 2009, Brasil.
Criticamente real, cheia de humor, mas de realidade também.
Uma mulher.
Dois homens.
Dois falos.
Quatro mãos ansiosas pelo toque quente
de uma pele feminina.
Duas línguas sequiosas pelo sabor
de um beijo aceso.
Lençóis retirados da cama.
Cama redonda.
Hormonas no ar.
Delicadezas são deixadas de lado.
Ternuras e afins, inexistentes.
Beijos, carícias selvagens.
Ligeiros puxões de cabelo.
Abraços eróticos, desleixados,
cheios de entusiasmo, cheios de luxúria.
Dois homens.
Uma só mulher.
Penetrações intensas, realistas.
Alguma dor.
Pornografia pessoal.
Fantasia. Realidade.
Dois homens.
Uma só mulher.
Prisão. Enjaulamento.
Ou liberdade?!
Grande tesão.
( Grand Ménage. )
Falar de sexo ou não falar?!
Assumir o que somos ou não assumir?!
Não sei bem.
Se falarmos demais, somos considerados levianos, falsamente evolutivos, e não nos levam a sério.
Se não falamos, somos pudicos, antiquados e nada abertos a coisas novas.
Então, onde estará o meio termo, o equilíbrio, a aceitação?!
Em lado algum.
Se somos uma pessoa que se assume como sexualmente livre, somos olhados de lado, e ninguém nos toma como pessoas, mas como objectos manipuláveis e fáceis de conseguir ter.
Se somos uma pessoa que se assume como "celibatária" até à altura de amar alguém de verdade, somos considerados raridades, bichos do mato, excepções à regra.
No fundo, o meio termo não existe.
Todas as pessoas vivem o sexo de modo diferente. Amam ou sentem desejo de formas distintas. Há que respeitar cada ser como indivíduo. Não pressionar amigos a mudarem de ideias e formas de viver "a coisa". Não criticar quem age "assim" ou "assado". São formas de "amar" diferentes, são formas de respeitar o seu próprio corpo muito distintas, e ambas são viáveis, positivas, profundas, humanas.
Pena que o respeito neste Mundo seja raro.
Respeito pela essência do ser humano, pelas suas opiniões e visões.
Um blog... O que é isso?!
Um local onde podemos colocar os nossos sentimentos, pensamentos, opiniões, imagens, visões, palavrões, ideias, sugestões...???
A verdade é que não sei como fazer o meu blog "funcionar" - no sentido de ser "popular" e ser bastante lido e opinado.
( O De Pernas Pro Ar anda a precisar de um novo ar. )
Escrevo e ponho aqui coisas sobre Amor, Poesia, Paixões Humanas, as minhas próprias visões sobre o Mundo, Design, Música, Sexo, Homens, Mulheres e Pessoas.....
O que faltará neste meu "cantinho invertido"?!
Será.. o quê?!
Opiniões, precisam-se.
Penetrar um homem, é ser-se distinta, é ser fiel aos meus desejos de dominadora.
Penetrar é seduzir, encaixar o teu dedo em algo tão sensível e tão prazeroso que, automaticamente, atinges o limite da intimidade humana.
É deixar o teu homem a respirar baixinho, contendo a tesão. Deixá-lo flutuar numa camada de prazer tão intensa e tão perversa que... tudo à volta se torna imensamente especial, incluindo tu mesma - como mulher, e como amante.
Boas frases.
Saíram-me da alma :)
( É dia de estar pensativa.
De dar à luz alguns pensamentos.
Memórias. Sei lá que mais. )
C.:
Lembro-me de ti, reservado, quase tímido.
Meio atabalhoado em algumas coisas.
Francamente espevitado e curioso noutras.
Tenho-te presente na minha cabeça.
A.:
Lembro-me de ti, da tua sabedoria.
Da tua forma de falar e estar.
Sensível, homem a que a vida mudou o rumo.
Tenho-te presente na minha racionalidade.
M.:
Lembro-me bem de ti, mulato, quente e cheio de vida.
Calmo mas intensamente profundo.
Bom como chocolate de leite.
Tenho-te no coração.
F.:
Lembro-te da tua jovialidade, do teu sorriso.
Sorris pouco, mas ris muito por dentro.
Miúdo meio com medo do Mundo.
Nunca te tive além do corpo.
Lembro-me dos homens.
Imagens, sons e cheiros na minha cabeça... A rodopiar.
Alguns fazem-me falta, outros não.
Estes de que falo... São os que ficaram.
Bem ou mal.
If you close the door
Just turn off the lights now...
The world looks better into the dark
Between the curtains somebody's watching...
Oh sail me the moon
Before it's too late...
Don't kiss me goodbye baby...
I turn around since too much time
Those railroad tracks
Will swallow my mind...
I try so hard to stop wasting my life
If only I could just make you mine...
Don't kiss me goodbye...
Confusão mental absoluta!!
Se eu já sou uma pessoa ligeiramente indecisa, e se me aparecem X gajos ao mesmo tempo a dizer coisas bonitas, ou assim-assim, ou nada bacanas... mas que me atraem... confundem-me totalmente!!
Meninos: decidam-se!
O que querem, como querem... E esperem ouvir um não redondo!! Ou um sim meio indeciso!! ;)
Cá para mim, são eles que não sabem se querem só pinar, se querem namorar e assumir algo mais sério, se querem andar e ver o que dá...
Tipo... Acordem!!
De certeza que são vocês os indecisos, e não eu!! :)
Eu só quero estar só por uns dias, pensar nos assuntos que me atormentam nestas férias, e ter um amigo a valer com quem falar. Não um amigo sexual, mas um amigo a valer, daqueles que te vê como irmã e nem pensa (pelo menos no momento) em saltar-te para cima.
Amigalhaço?! O que é isso?!
Alguém que curtes muito, está a alguns quilómetros de ti e com quem queres foder até à exaustão?!
Que raio de conceito.
Já alguém tinha ouvido falar desta coisa ?!!!
Já tinha visto a imitar guitarristas e tal, todos rockeiros, agora isto.... demasiado cómico :)
AHAAHAHAHHAA
Medooooo!!! ;)
" I find it hard to believe you don't know
The beauty that you are,
But if you dont let me be your eyes,
A hand in your darkness (...).
When you think the night has seen your mind
That inside you're twisted and unkind,
Let me stand to show that you are blind
Please put down your hands
cause I see you...
I'll be your mirror..."
Aqui vos deixo um vídeo muito cool que encontrei nas minhas divagações diárias pelo Youtube...
Ganha pelo dinamismo das figuras, originalidade, temática e alguma coisa de morbidez que eu adoro :)
Bem...
Hoje... tão contente que fiquei!!!
Fui ao Pingo Doce comprar um lanchinho pra mim... Estava na zona das frutinhas e tal (sim, porque tento ser saudável )... Tirei um saquinho de plástico (blhec, plásticoooo) para levar umas tangerinas, e eis que...
Uma senhora, tipo cantora de Gospel, com alta fatiota africana e alto chapéu gigante... me pergunta em português se eu falava inglês... E eu la falei com a senhora em inglês (no meu english, que nem é muito bom, nem é muito mau... entende-se,vá :) )... perguntou me onde era a secção em que havia mel... e eu la fui mostrar-lhe onde era, e ela atrás de mim... e ela fazia perguntas sobre qual seria o melhor tipo de mel, porque havia mel de rosmaninho, mel da marca Pingo Doce, mel de não sei o quê mais... e eu lá lhe disse algumas coisas... e tal... e no final, vira-se pra mim, agradece muito e... "God bless you"...
Bem... eu curti a senhora só por ela me dizer "God bless you"...
Não, não sou religiosa e sei muito bem que pode ser uma forma de expressão... mas... a senhora bateu-me cá fundo no coração.
Acho que me senti útil naquele momento, uma pessoa a valer.
Isso faz-me lembrar daquelas pessoas que não sorriem nem sequer falam para quem lhes pede ajuda na rua, ou para as pessoas que trabalham no supermercado ou para o senhor que serve café às mesas no snack-bar do bairro.
Todos merecemos atenção, respeito... e para mim, este foi o minuto de respeito do meu dia.
Quem sabe, do meu ano.
" God bless you all"
Queres agarrar-me e não consegues.
Sentes o meu cabelo nas tuas costas
e não o vês em lado algum.
O meu corpo amaldiçoa-te as noites.
Acordas a pensar se te fiz algum mal...
Queres agarrar-me e não podes.
As tuas mãos só sentem as minhas curvas.
Só te ergues completamente quando
sentes os meu lábios colados a ti.
As tuas costas anseiam que as arranhe,
que as maltrate com beijos.
Sonhas com a minha língua a viajar
pela tua orelha,
pelo teu pescoço,
pelos teus mamilos.
Passas o dia acordado mas com vontade
de dormir acompanhado pela minha sombra.
O que foi que te fiz?!
Nada.
Apenas existo para perseguir-te os sentidos.
Queria perseguir-te os sentidos, mas não vou longe........
( Corro devagar :D ehehehehe )
Lá por o senhor ter usado a dita borracha para as suas "freakalhices",,, não a deixemos de usar nos sítios correctos :)
Boas f*das para todos :)
Safety sex *
Belo vídeo... :) Tão inocentezinho....
Às vezes, dá vontade de voltar ao silêncio simples do ventre.
Ao fluido, ao eco invasivo do nada.
Dá vontade de renascer das cinzas.
Às vezes dá vontade de silenciar o mundo, a civilização, e escutar
só o vento na cara, o brilho do sol, o mar a bater na praia, a respiração
e o nosso próprio sangue.
Dá vontade de fugir dos outros, deixar-nos envolver pela imensidão do
barulho silencioso da vida.
Neste momento, repele-me a civilização e só quero estar só comigo e
com aquilo que resta daquilo em que acredito.
Quero a minha paz de volta.
Quero a minha calma de volta.
Quero o meu coração de volta.
( E o resto não me importa. )
Apesar de estar mal humorada, e ter mau-feitio...
( Preciso contrariar essa tendência e o "mau karma"... )
E como está um dia lindo lá fora... Vou sair do meu casulo... :)
Não antes de deixar aqui no meu De Pernas Pro Ar... uma musiquinha alegre para os ouvidos do pessoal :)
Enjoy it.........
" Uma pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem forte atractivo na cultura pop. Destinadas à exibição informal, as pin-ups constituem-se num tipo leve de erotismo. As mulheres consideradas pin-ups são geralmente modelos e actizes. "
PIN UPS!!
Aquelas mulheres fantásticas do agora e do antigamente, com um ar... inocentemente sexy e falsamente inocente... :)
Adorava ser ao estilo pin-up, mas... andar de saltos altos e corpetes e saltos agulha e saias lápis justíssimas nos joelhos - e a ainda por cima com este corpo-pêra fantástico que tenho - seria severamente difícil, tortuoso e ridículo.
Por isso, fico-me pelo "fetiche" de, numa próxima vida, ou o que quer que seja... conseguir ser sensual, e conseguir andar com saias como as restantes mulheres :)
Deixo-vos umas ilustrações muito bonitas de vários artistas que retrataram as pin-up... Assim como fotos de uma grande grande "gaja"... Uma mulher lindíssima, sexy, potente mesmo... Dita Von Teese. Na minha opinião, ela representa actualmente a estética pin-up, em toda a sua imensidão e erotismo Além de ser "perfeita" fisicamente, Dita Von Teese representa o Burlesco, o erótico elevado ao nível visual mais alto e sensual.
Ena pá, quem quer ser uma pin-up?!! ;)
A simplicidade, em tudo na vida, é sempre a coisa mais bela, mas a mais difícil de conseguir.
Porque complicar é fácil, mas deixar só o essencial falar, isso sim, é difícil obter.
Bem, e hoje, apesar da raiva que neste momento anda aqui a pulsar de um lado para o outro...
Hoje vou começar a "postar" coisas sobre Design, Tipografia, Arte e Moda.
São coisas principalmente de outros autores, designers e artistas que gosto ( ou que eventualmente possa achar muito foleiro também)...
Aqui fica a primeira imagem - Tipografia:
Deixa de me insultar, man!
Tens medo de ficar sozinho, é?!
Pois, eu via bem como TE dava prazer... Não te dava tusa, o tanas!!
Tens é inveja, dor de cotovelo daqui até á Ilha de Reunião...
(Aliás, sabes onde fica a ilha da Reunião, meu burro da merda?! Se quiseres aponto-te no mapa!!)
És do pior. Desceste ao mais baixo, insultando-me.
Mas eu ergo a cabeça e fodo-te com meia dúzia de palavras.
Esquece que eu existo, deixa de me ligar, deixa de insistir.
Não te curto.
Bem... Uma música.. bem... para mim, muito boa e uma das mais ouvidas...
Deixo-vos uma versão acústica, e com uma animação fantástica...
Como sou uma espécie de artistola do design e tal... Adorei a animação, logo, partilho :)
Tudo isto para dizer que preciso de férias... Tipo, o homenzinho da animação... :)
Parentesis:
(patrão)
- Ah, e a S., para quando quer as suas férias?!!!!
(eu)
- " What the hell am I doing here?! I don't belong here!!"
Conta-me porque adoras a chuva.
Porque adoras as galochas e as pocinhas de água lamacenta.
Diz-me o que esperas do Mundo.
O que esperas de ti, do teu coração e do teu corpo.
Conta-me quem tu és, se o souberes dizer por palavras.
Podes sempre apenas ilustrar-te com sorrisos e lágrimas, gestos e palavras não ditas ou ditas em silêncio.
Diz-me porque adoras ver o vento a bater na erva altas dos campos.
Conta-me o que te fascina a alma.
Diz-me quem tu és, Maria.
Bem... hoje vou escrever sobre uma coisa muito gira: a família, os amigos e os etc's :)
Vejam bem como as famílias variam muito de pessoa para pessoa, e o valor que elas representam:
- A minha família é composta pelo meu pai, a minha mãe e eu mesma. Só. E já chega. E somos felizes assim. O resto é conversa de cerimónia e paisagem.
- Tenho uma amiga que tem uma família gigante: pais, irmãos, primos, afilhados e etc's e tal (só para os afilhados, tem de fazer uma lista de compras, quando se trata de aniversários, dias especias, etc etc.. ehehehe.. que paciência, Ana!!! A sorte é que o sorriso dos putos compensa tudo isso, ehehehe :) ). Todos dão-se bem e são mega felizes.
- Tenho outra amiga que os pais são pessoas complicadas, e a sua família é praticamente o irmão e pouco mais. É um caso bem mais complicado que a típica família que tem problemas, mas resolve-os. Neste caso, problemas são reais problemas, com direito a choro e palavreado mais descontrolado.
- Conheço pessoas para as quais a família são os amigos. Amigos do peito mesmo, daqueles que nunca se esquecem de nós.
E eu aqui faço um elogio à minha família e aos meus amigos:
Aos meus pais, que são a base da minha sabedoria, e dos meus valores, sejam eles quais forem aos olhos dos outros. Sem eles, hoje possivelmente... nem sei bem se estaria aqui.
Aos meus amigos reais, companheiros de vida, de escola, de curso, de infância ou de adolescência:
Aqui fica a lista, sem colocar ninguém em primeiro ou último lugar:
- Su - a minha amiga mais antiga - 15 anos de amizade, nem sei bem se são quinze, mas são muitos... rimo-nos muito das brincadeiras com os legos, e a Barbie Salette,,, eheheh. vimos filmes pornográficos juntas, ríamo-nos com os desenhos que eu fazia... passámos por muita coisa juntas... Um xi coração gigante!!!
- Sandra - amiga do peito mesmo, também uns belos anos de amizade e muitas horas de conversa :) é daquelas pessoas que tem a bondade no coração :) Um xi coração gigante!!!
- Nizita - amiga do peito também, amiga de escola (lembro-me que quando te vi pela primeira vez... odiei-te ehehehe; argolas em tamanho XXL, tipo roda de camião, e ar de beta ehehehe :( adoro-te e sinto saudades tuas!! Um xi coração gigante!!!
(É engraçado como nunca tive amigos assim, homeeeennnss :P ehehehe)
E aqui ficam outros amigos, dos quais me lembro muitas e muitas vezes, mas que nem sempre tenho oportunidade de ver ou estar - e para todos eles, um abraço daqui até à Lua!!! com direito a viagem de volta :) :
- Andreia e Filipe
- Neuza
- Marisa e Ângela
E as amigas do trabalho?! Aquelas que estou sempre a chatear e a quem "amo de paixão"?! :P ehehehe
- Ana
- Mary Jane
- Marta
- Sandra
Tenho muito orgulho em trabalhar e estar com pessoas como vocês :)
E, para terminar, um beijo para pessoas que gosto muito, e que aprecio "a pacotes":
- Jorge
- Cláudio
- Fábio
Todos os outros que não coloquei aqui, I'm sorry... Esquecimento puro, ou então...não sei :)
( Um xi coração grande também para o Pedro, ehehehehehe :P Só me rio contigo :) )
Bem...
Só para agradecer o destaque dado ao meu "blogzinho" no Sapo Blogs...
Obrigado a todos os que lêem e gostam.
Obrigado ao que lêem e não apreciam ou gostam menos.
Obrigado a todos.
Prometo ir escrevendo muitas coisas sérias e muitas baboseiras :)
Hoje deve sair desta cabecinha um textinho geniaaaallll, ehehehehe :)
Não basta ter um corpo e ser-se boa pessoa;
não basta saber estar nem tentar ser a melhor em tudo o que se faz;
não basta tentar a perfeição;
não basta autenticidade e transparência.
Não basta sermos quem somos?!
( Na vida, em relação a qualquer coisa que façamos ou digamos, haverá sempre alguém que torça o nariz. )
Por isso, não basta ser-se apaixonante.
Mais uma música que gosto,
de uma banda que um "amigalhaço" me deu a conhecer melhor :)
Aqui fica:
E como hoje estou menos bem, e amanhã passarei o dia a desenhar cogumelos "bloomescos"...
Aqui fica uma das minhas preferidas sad songs... para aqueles momentos mais profundos da existência.
( Vi este homem ao vivo, Antony... e digo-vos: tem alma.
Alma de poeta, cheio de nuances burlescas e muito belas.
Adoro-o como cantor, e como criador de belas melodias, sim, é genial para quem gostar do estilo que ele interpreta ).
Bem... Só para dizer que, se alguma vez curti alguém mesmo, foste tu.
O cheiro, o corpo, a cabeça, a forma de estar na vida, tudo.
Gostava de tudo em ti.
De fazer amor contigo, e pelo meio bebermos um bom vinho tinto.
De termos longas e poderosas conversas existenciais e não só.
De estar na tua presença e aproveitar o simples e complexo momento de estar contigo.
De ir ao cinema, ver altos filmes.
Mas isso já foi há muito tempo, e ainda não te consegui resolver bem aqui dentro.
Anda bem que estás feliz.
Bom noivado,
E tudo o que vier será bom de certeza.
Foi já há muito tempo que tive uma cena assolapada por um tipo de longe.
Torres Vedras.
Tínhamos muitas coisas em comum. Muitos gostos similares, também muita coisa de diferente, altas formas de ver o Mundo e as pessoas e a música e a arte e todos os etc's e tal.
Os diálogos nunca tinham fim entre nós.
O pensamento parecia um combóio veloz sem final de linha.
Precisei dessa pessoa para dar o salto seguinte, e talvez gostar de alguém de perto (como já dizia alguém: "amar os que estão longe é fácil, mas amar os que estão perto é que é complicado").
Hoje, não sei bem do que preciso.
A minha cabeça anda a precisar de férias urgentes, de descanso, sei lá de quê mais...
Ando a precisar ver outras pessoas, ou talvez necessite apenas de estar sozinha.
(Sim, porque estar só também é preciso. De vez em quando não tem mal.)
É, é isto mesmo.
Não sei bem o que é. ehehehehe.
Alguém entende isto?!... :)
Eu às vezes tenho dúvidas ao entender-me.
É... É fodido estar-se longe de pessoas que se apreciam.
Mesmo que nunca as tenhamos visto, são pessoas que ficam, que contam histórias fantasistas, que nos fazem rir desalmadamente...
É... É fodido estar longe de pessoas que gostaríamos que fossem nossas amigas.
( A minha veia pseudo-romãntica e emocional anda a manifestar-se, desculpem... :( )
Bem... algo que me chocou profundamente:
QUIM BARREIROS, o rei da caralhada à portuguesa, fez uma música PSEUDO-INFANTIL!!!!!
Sim, uma música infantil... Mas que mete medddooooo!!!
Por favor, tapem os ouvidinhos frágeis das crianças... E mesmo os vossos próprios tímpanos...
Esta música... Chocou-me profundamente e sei que nunca mais serei a mesma depois disto.
Acho que nunca mais confiarei no Avô Cantigas, nem nas canções infantis em geral...
Nunca mais ouvirei Os Patinhos, nem nunca os darei a ouvir aos meus filhos...
ehehehehehe!!
Bem.... e hoje uma musiquinha ia bem, não era?!!!! ehehehe
"Heartbeats", original dos The Knife e uma cover de José Gonzalez :)
Aqui fica a letra... Belos sons... Deeeeeppp :)
One night to be confused
One night to speed up truth
We had a promise paid
four hands and then away
Both under influence
we had divine sense
To know what to say
Mind as a razorblade
To call for hands of above
to lean on
Wouldn't be good enough
for me, no
One night of magic rush
The start of simple touch
One night to push and scream
and then relief
Ten days of perfect tunes
The colors red and blue
We had a promise made
we were in love
To call for hands of above
to lean on
Wouldn't be good enough
for me, no
And you, you knew the hand of the devil
And you, kept us awake with wolves teeth
sharing different heartbeats
in one night
To call for hands of above
to lean on
Wouldn't be good enough
for me, no
(Bem, se não gostarem... podem optar sempre por não ouvir :)
Ou podem sempre considerar-me PMG (pessoa de mau gosto) e deixarem de ler as minhas tretas... :P EHEHEHEHEHE)
Ando cansada, gente!!!
Uns dizem que é falta de vitaminas... Centrum e umas ampolazinhas poderiam resolver a coisa.
Às vezes até posso pensar que é mesmo falta de descanso, de soninho bem dormido...Talvez.
Mas acho que é mesmo cansaço de não ter assim um gajo para abraçar...
Um gajo não, um homem... Um ser humano em condições (sim, porque, minhas amigas e amigos, toda a gente merece ter um(uns) gajo(s) e/ou uma(s) gaja(s) em condições!!! :))
Se tivesse um miúdo, andaria mais bem disposta... Mais inquieta... Mais bonita até!!! :) EHEHEHEEHE
A verdade é que a paixão faz crescer em nós uma coisa boa.
A auto-estima alarga-se...
O Ego voa daqui até à Índia, sem necessitar de avião...
Sonhamos acordados, a dormir, em todos os lugares e sítios em que estejamos...
O sorriso fica colado na nossa cara, tipo post-it com Super Cola 3...
O sorriso daquela pessoa até pode ser amarelo canário ou meio apastelado, mas adoramos e sonhamos com ele...
Pode até ter acne, uma cicatriz, um mau humor descomunal, o cabelo seco nas pontas, uma unisobrancelha (e não duas separadas por um espaço sem pêlo)... mas adoramo-lo(a) à mesma.
A verdade é que a paixão, ou o que quer se seja que tenhamos dentro de nós similar a isto, move aquilo que somos - e não só pénis e afins.
Claro que acima de tudo primeiramente o eu, mas é muito bom ter alguém apaixonado, e carente por uma festinha nossa :) EHEHEHEHE
E a verdade é que se tivesse um gajo porreiraço à minha altura, andava p'ra 'qui a saltar de um lado p'ro outro... saltar de felicidade, nada de confusões :) EHEHEHEH
Como diz "a outra": OMFG!!! Make me god but not yet :)
Eu ando a descobrir muitas coisas ultimamente.
É engraçado... como aprecio homens sem cabelo!
Não, não é aquilo que estão a pensar: homens na meia idade, já quase sem cabelo, que gostam de sair com miúdas porque estão na andropausa e necessitam mostrar que ainda estão para as curvas... Não, não é nada disso.
Refiro-me a homens que têm cabelo, mas cortam-no... Rapam-no todinho.
É extremamentre sexy se for um homem com boa estrutura óssea, feições masculinas, ligeiramente selvagens e marotas.
Se for um homem com tendência para ter aquele "papo" debaixo do queixo, com um sorriso maltratado, ou com hálito de cigarro, dispenso, não é nada sexy.
Acho que haverão muitas mulheres como eu.
É engraçado passar a mãozinha na cabeça, e fazer cafuné... na pele lisinha :) EHEHEHEHEHEHEH
Entendo agora algumas das marotices dos gajos em relação aos pêlos púbicos das mulheres, é a mesma cena... :)
O que se passa naquele cérebro quando apreciam uma "rapadinha", é a mesma coisa que se passa no cérebro das mulheres que apreciam um homem sexy sem cabelo.
Melhor, é a mesma coisa que se passa no nosso cérebro quando apreciamos um homem "rapadinho" lá naqueles sítios mais quentes e húmidos :D
"Nham Nham"... "Já te traçava"...
EHEHEHEHEHEHEHEHE
É isso!!!
Descobri!!!
Ando fodida com meio Mundo...
Uns, porque traem as namoradas... e querem sexo.
Outros, porque querem sexo e não têm com quem o ter.
E outros ainda, que estando carentes, choram aí pelos cantos.
Não vale a pena, gente!!!
Andar fodida com meio Mundo como eu ando é dooosseee!!
Faz cabelos brancos, fico mal humorada, vicio-me em pornografia gratuita, e dou um fora a um gajo podre de homemmmmmm só porque sou a menina certinha e que não ajuda a trair ninguém!!!
Qualquer dia ponho me a arder... no Inferno...
EHEHEHEHE!!!
Até já sinto o foguinho da tentação, o diabo em tanga a chamar por mim... com umas algemas douradas nas mãos... e um sorriso maroto, altos músculos e grande apetrecho.... EHEHEHEHE :)
Verdade seja dita.......
Ando fodida com meio Mundo, porque quero ser perfeita e não consigo, ninguém o consegue.
Quer seja motivo de traição ou não, quer me coloque num Convento pro resto dos meus dias... Vou ser sempre eu. E vou andar sempre fodida com meio mundo...
Tenho mau feitio!!!!
E a verdade é que não sirvo para sóooo foda, gosto de protagonismo EHEHEHEHE :)
Um dia destes ardo mesmo no inferno...
Já sinto qualquer coisa a pegar fogo... mas não sei bem o que é!!!!!
Será o meu cabelo?!
Se calhar tenho aqui alguma brasa ainda do churrasco de S. João... EHEHEHEHE!!!
É, tenho mau feitio. E ando fodida com meio Mundo. Principalmente espécimes do sexo masculino, emproados, bonzões........
Que raio de combinação.....
REFUGIADO: " é toda a pessoa que, em razão de fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por causa dos ditos temores, não pode ou não quer regressar ao mesmo."
Existem milhares de pessoas, de refugiados em todo o Mundo.
Não se lhes conhecem o rosto, nem a voz.
Só se sabe que muitos sofrem, muitos tentam ter uma vida dentro da normalidade em climas de guerra, ou fora dos seus países.
É assustador...
. Cerca de 13.855 refugiados são de Angola
. No mês de Dezembro de 2006, havia cerca de 78.874 refugiados no Brasil, dos quais 35% são mulheres.
. Existem mais de 100.000 colombianos que vivem no país em forma ilegal, pela guerra civil da Colômbia, mais de 50 mil palestinianos, 80 - 150 mil libaneses, 30-70 mil angolanos e outros povos que não têm status de refugiados mas poderiam ser colocados como tal.
Porquê que estas pessoas não têm direito à legalidade, ao trabalho, à comida?!
E benditos sejam os Médicos Sem Fronteiras, e todas as ONG's que apoiam pessoas que só querem alguma paz, como qualquer cidadão normal do Mundo.
"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade."
Será esta a realidade?!
Congelas-te
com o te hálito. Com a tua pele.
Ardiúme nas mucosas, não é dor
É tusa desmesurada. Desejo.
Congelas.me e eu não sinto.
Desfazes o meu raciocínio em mil pedaços.
Deixo de pensar. Muda. Sem som.
Só respiro. Suspiro. Além do corpo.
Ardiúme. Ciúme da roupa que trazes vestida.
Toco-te e desfaleço.
Suave latejar, entra e sai. Ânimo.
Unhas na carne, carne com unhas e espetos.
Congelas-me o sangue, fazes aquece-lo ao rubro...
Deita-o no meu coração de novo.
Hálito. Quente. Bombeio o sangue, a linfa
para ti, para a abertura por entre as tuas fantasias.
Envolves-me. Envolvo-me.
Hálito e sangue. Redenção.
Gelas-me a alma. Aqueces-me o corpo.
E, não sei como, apaixonas-me.
Explosão e afastamento. Silêncio. O meu sorriso.
- "Um abraço?! Para quê?!"
Congelo-te com as palavras.
Congelas-me com esse abraço dado nas palavras mudas do tempo.
E fico sem saber dizer nada, por entre os teus braços.
Toda esta cena é esquisita.
Gostar de alguém, deixar que alguém goste de nós.
Cheira a cinema indiano, a conto de fadas, a radionovela do antigamente.
Deixar que toquem aquilo que temos de mais pessoal, de mais íntimo, de mais frágil.
É estranho, falar de sentimentos.
Fazer destes sentimenos palavras quando, na verdade, deveriam ser só actos, força, energia, calma, fogosidade, ardor, dádiva, querer, renascimento.
Ignorar o que se sente muitas vezes é solução, pelo menos provisória.
Ignorar a confusão mental, o cheiro daquela pessoa, o toque, o pensamento frenético, a tusa.
Às vezes, estar na ignorância sabe melhor.
Deixar rolar, deixar a vida acontecer, e tantas vezes, florescer, ou escapar-se por entre os dedos.
Às vezes, sabe bem viver assim.
Apenas.
E deixar de lado aquilo que queremos, aquilo que fantasiamos.
Porque entre o que sonhamos e a realidade, existe um fosso muito grande, gigante, do tamanho das nossas perspectivas esquisitas.
Porque as pessoas não sao coisas, porque as pessoas não se moldam pelas suas próprias mãos, e porque, o que hoje é verdade, amanhã já é mentira. Não existem verdades absolutas, nem sonhos que durem para sempre.
Toda esta cena é esquisita.
Gostar de alguém, deixar que alguém goste de nós.
Cheira a possessão, cheira a querer ser inteiramente do outro, cheira a esquecimento de nós próprios.
Na verdade, cheira-me a bolachas de chocolate.
A rosas.
A um campo de ervinha alta e fresca, a balouçar ao som do vento no Verão.
A um copo de vinho tinto.
A sonhos estúpidos por realizar.
A fantasias esquisitas que digo que não sonho, mas sonho.
Cheira me a "quem-quero-eu-enganar,-sou-uma-idealist
Enjoy life...
Quer sonhes, quer não 
Pois... (dizes tu....)
(silêncio forçado entre suspiros e uma espécie de lágrima)
Cansei-me de ti, man...
Enjoas-me, dás-me revolta e muito, muito tédio.
O feeling que tinhas, a cena boa que provocavas em mim... desapareceu.
Voou pra longe mesmo, evaporou!!
Não sei o que me deu pra envolver-me, deixar me levar pla tua onda... porque na verdade... entedias me.
És seco. Por dentro e por fora.
Se não o és, finges muitíssimo bem.
Talvez actor fosse uma boa carreira pra ti!!! Já pensaste nisso?!
Até finges bem que choras e tudo...
"Ohhh, coitadinho... Ele tá sofrer taaaanto por ela... Ohhhh"...
Mentira!!!
Achas que é abrir a perna e já tá?! Esquece man...
Não sou esse género. Pelo menos acho que não sou e, se por acaso for, é problema meu, nada que ver contigo!!
"Mulher que fode quando quer sem medo que lhe apontem o dedo, é puta?? eu sou raínha do putedo, ok?!".. Já a M7 tinha razão pá!!!
Esquece-me.. Apaga mas é este número do teu telelé... e finge que eu não existo.
(Entedias os meus dias.)
Enquanto não me esqueces... vai pinando, fingindo que és feliz... no fundo só fodes porque não és completo, és fútil, falso, e idiota. Ao menos, se eu for pra cama com alguém... é porque gosto desse alguém!!! Independentemente se é um dia, ou um mês... ou para sempre.
Esquece-me puto.
" Sejamos realistas, só no caso de se ter passado a vida inteira no que resta da floresta amazónica, é que não se tem uma ideia de como são os homens.
Não se comprometem. Só se comprometem quando tu já não queres nada com eles.
Não amam o suficiente. Amam demasiado sem aviso.
Dão de menos. Tiram de mais.
Odeiam as mulheres. Odeiam as mães.
Amam-se a si próprios, ao melhor amigo, futebol, o trabalho, cães de caça, ou a sua guitarra de doze cordas, mais do que jamais amarão uma rapariga.
Recusam-se a crescer. Acham que já são adultos.
Andam à procura de mães. Anda à procura de irmãs. Andam à procuras que os adorem. Andam à procura de um sítio quente para porem o pénis. "
in "Onde está o meu príncipe?", de Serena Gray (uma "gaja" com muito sentido de humor :))
Que encontres muitos amigos ao longo do caminho e sejas capaz de ser fiel a ti mesmo e aos teus princípios.
Que o amor te abrace uma e outra vez e quando chegar aquele momento, aquela pessoa, que a saibas reconhecer e agarrar.
Que nunca faças nada de que os teus filhos um dia se possam envergonhar.
Pensa antes de agir, mas não desistas dos teus sonhos só porque os outros dizem serem impossíveis.
Luta pela vida e respeita o teu corpo.
Não desbarates as tuas energias e a tua alma naquilo que é fácil, que é agradável e te traz alegria instantânea.Nada na vida se consegue sem luta.
Recorda para sempre esta verdade e abraça os desafios como oportunidades.
Duvida dos elogios fáceis, afasta-te de quem fala por falar e tem sempre a boca cheia de palavras cruéis sobre os outros.
Não aceites as certezas da maioria.
Luta pelo que acreditas, mesmo que te sintas só.
Nada é tão importante como sermos verdadeiros connosco e olharmo-nos no espelho e não termos vergonha do que vemos.
Respeita a família. A tua e a dos outros.
Respeita os homens e as mulheres que encontras todos os dias, vergados ao trabalho, porque são esses que te merecem.
Afasta-te sim de quem vive para as aparências, de quem julga o próximo seja através da religião, do sangue ou qualquer outra premissa.
Recorda-te que todos têm medo de algo, e não te envergonhes de dizer o que temes.
Nunca mintas a ti próprio.
Não te esqueças que no caminho da vida irás muitas vezes escorregar e cair.
O que importa é como te levantas e, principalmente, quantas vezes levantas voo.
Não te esqueças de amar perdidamente e chorar sem vergonha.
Só quem sofre pode saborear o que é grande, imenso e verdadeiro.
Por último, nunca duvides que nenhum amor se pode comparar ao que sentes pelos teus filhos.
Que possas dizer no final da tua vida que fizeste tudo por eles, sendo justo mas firme.
E tudo terá valido a pena.
by Luísa Castel-Branco
(texto que a minha mãe me recortou de um jornal, e me entregou para ler)
You are all I need.
Sabes aquela urgência de ver alguém feliz, de sermos felizes?!
Aquela ânsia de sermos parte integrante de um todo, de um universo paralelo onde só nós existimos no coração e no corpo do outro?!
Sentir isso... Será amar?!
O que é o amor afinal?!
Senão aquilo que nos rompe os pulmões, o peito... de tanto querer gritar, rugir, sair cá para fora?!!!
Será isso o amor?
You are all I need.
És tudo o que preciso.
(Neste momento, pelo menos.)
Ás vezes, as pessoas sentem falta de algo.
Sentem fome = sentem falta de comida;
Sentem frio = precisam de agasalhos;
Sentem dor = estão doentes, ou estão com algum tipo de problema;
etc, etc, etc.
Mas... e se sentem solidão, terão falta de amigos?! Estarão deprimidas?!
Não sei...
Tenho amigos, e amigas...
Amantes, conhecidos...
Mas há qualquer coisa que me falta, e não sei bem o que é...
Alguém que consiga ver além do aparente?!
Alguém com quem seja fácil conversar, rir...
Alguém com quem possa chorar.
Talvez seja isso...
No fundo, tenho saudades.
Nem todo o esquecimento do mundo me faz esquecer.
Nem todas as lágrimas, nem todos os silêncios.
Nem todos os céus estrelados, nem o mar, nem um folha de papel em branco pronta a ser desenhada.
Nem uma sms bonita, nem um elogio, nem uma carícia que de tão breve poderia evaporar-se no ar.
Às vezes seria bom apagar, esquecer alguns segundos da nossa vida, algumas horas, alguns dias maus, e recomeçar do zero o minuto, a hora, o dia.
Seria óptimo se tivéssemos incorporado no nosso cérebro uma tecla "Delete" para apagarmos tudo o que é mau, ou uma tecla "Caps Lock" para valorizarmos o que é realmente importante e pormos isso em maiúsculas na nossa existência.
Errar é bom, aprendemos, interiorizamos... Mas quando dói muito, quando nos fere de tal modo que o sofrimento é superior à alegria e ao bem estar...Passa a ser doença,a ser medo, a ser fúria contida e insegurança.
Como ainda nascemos sem "Delete e sem "Caps Lock", há que viver........
Gosto de ti. E é só.
( Um mês não é nada, comparado com um ano.
Uma miúda de 22 anos, sem casa própria, sem carro, também não é nada comparada com uma mulher feita, com vida feita, experiente - uma mulher que nunca saiu desse cérebro.
Dói, mas é essa a verdade. )
Por muito mais que sinta, só devo e só posso gostar de ti (em silêncio).
E é só.
"Toda eu sou um erro, dos pés à cabeça"
E subimos para o quarto. Luzes no chão, nas escadas, pequenos LED's amarelados, num quarto sombrio. Procuramos por uma luz. Encontrámo-la. Deixamos os pacotes e bolsas que trazíamos no chão, na cama, na chaise longue dourada - meio pensativos, meio envolvidos pelo ambiente misterioso.
Língua,
adormecimento do que existe à nossa volta.
Boca e alma, boca e dentes, boca e lábios,
boca com boca.
Mãos vagarosas e excitadas.
Membro erguido no lusco fusco do quarto.
De pé, peito com peito,
hálito com hálito.
Mãos prazerosas e agitadas.
Sem calças, sem meias,
sem camisola,
apenas com os olhos,
com a palma das mãos, com a língua
escondida
no misterioso vale por entre as minhas pernas.
Lambes
com a avidez de quem não come,
não bebe,
não vê a luz à dias infinitos.
Enlouqueço por entre os teus lábios,
desmancho-me de prazer em ti.
Mãos com mãos.
Toco-te na semi escuridão.
Membro erguido por entre o lusco fusco
do quarto,
sugo-te
como se não existisse mais nada
no Universo.
Garganta ardente, lábios,
saliva.
O teu sabor na minha boca........
A tua pele...
Tocá-la, senti-la debaixo de mim...
Acariciá-la com as mãos, a ponta dos dedos, os lábios...
Percorrê-la com a língua, deixando para trás um trilho de saliva e sensualidade...
Sentir os poros dilatarem-se, os pêlos a erguerem-se num calafrio de sensações...
Tocá-la, como se não existisse mais um amanhã...
Avidamente...
Admirar, com uma tesão contida, aquele tom acastanhado, ligeiramente negro, tão diferente do meu, mas que contrasta tão bem, tão perfeitamente...
Passar as mãos pelo contorno do teu corpo...
Pelo teu peito, pelas tuas costas...
Arranhar-te o dorso, fazendo-te endoidecer devagarinho...
Beijar-te cada centímetro de pele, com os dentes, com a boca toda, com a alma...
Bem... Hoje, fiquei mesmo "na prancha".
"Deram-me uma tampa", deixaram-me "a ver navios", como queiram...
Estou furiosa, sinto-me incompreendida, e principalmente, sinto-me só como uma "amiga sexualizada", objecto apenas de prazer carnal - que, pelo que o meu sexto sentido me indica, "objecto sexual de utilização única"...
Sinto que... gostaria de ter um amigo que se preocupasse verdadeiramente comigo.
Não só quando estou bem, sorridente e sem olheiras, mas também quando tenho dias menos bons, quando me sinto incompreendida e menos alegre...
( Às vezes penso: a amizade verdadeira e o amor deveriam ser comprados na Farmácia, e distribuídos por aí. Quem sabe, até distribuídos nos Centros de Saúde... Fazem falta a muita gente... )
"De que nos serve ter asas, se não temos a ambição de voar?"...
Cá para mim, o ser humano é mesmo assim:
1) Alguns têm ambição, mas não coragem.
2) Outros possuem a coragem, mas têm "medo das alturas".
Eu encaixo-me no primeiro grupo.
Profissionalmente, escondo-me atrás de pedidos, ordens, tarefas.
Tudo em prol de um desenvolvimento de carreira que não sei ser garantido - e não tenho a coragem de mudar, de "passar-me" e mandar tudo à fava porque, em tempos de crise, todo o ordenado é pouco para o mês inteiro de 29, 30 ou 31 dias...
No fundo, sou uma "cobarde no trabalho", aquela pessoa quase invisível...
Gosto verdadeiramente do que faço, mas suporto pessoas e feitios "difíceis" porque... enfim...
Sabem o que adorava mesmo fazer?!
Sair do país, e voluntarizar-me... ir para um lugar qualquer, com ou sem guerra... e ajudar quem precisa.
O mundo não necessita de mais uma designer de moda com um curso.
Roupinhas, "trapos", chapéus, babygrows, saias, vestidos e t-shirts... já existem demais no mercado - às vezes este desenfreado consumismo enoja-me...
O Mundo precisa é de pão, água e vontade.
A minha questão é: se, algumas vezes, nem tenho "coragem" nem confiança para mostrar as minhas ideias ao "patrão".. será que conseguiria sobreviver à falta de meios, à falta de casas de banho, ao cabelo cheio de sujidade, ao esforço físico, à violência psicológica, para ajudar um povo de um país?!
Opiniões, precisam-se:
Teriam força suficiente para "abandonar" tudo - família, amigos, comodidades - e ir para outro lado do Mundo, lutar por algo em que acreditam?!
Nunca se puseram a pensar que o nosso Mundo, como o conhecemos agora, está completamente "podre", "desajustado", "fora de si"?!
Que as pessoas já não se amam, apenas fingem que o fazem...
Que as pessoas mentem, descaradamente, sorrindo ao mesmo tempo...
Que as pessoas perderam valores fundamentais, como a verdade, a simplicidade, a honestidade, a fidelidade, e principalmente, a lealdade para com os outros e para consigo mesmas...
Que as pessoas cansam-se facilmente umas das outras...
Que as pessoas são violentas, e querem sempre "olho por olho, dente por dente"...
Que as pessoas vivem intensamente, mas no final, têm uma vida sem conteúdo...
Nunca pensaram que, às vezes, seria tão mais fácil sermos fíéis a nós próprios, dizer o que nos vai na alma (mas dizer a verdade que ouvimos o nosso cérebro gritar, e não aquela que esperemos que os outros gostem de ouvir...)?
Que seria bem melhor para nós mesmos sermos autênticos, transparentes para com os outros..
Por mim falo: prefiro dizer muitas vezes que amo, que gosto, e ser considerada chata... que não dizer nem demonstrar nada, e secar por dentro. Prefiro ser transparente, que vejam a minha timidez, o meu medo, a minha andiedade - mas que vejam também o meu amor e a minha fúria.
Faço um apelo a quem lê isto, talvez meia dúzia de "gatos pingados": digam a quem amam, à namorada, ao namorado, à esposa, ao marido, aos filhos e filhas, aos amigos e amigas coloridos, aos amantes, aos amigos mais ou menos triviais; digam o que sentem, o que vos assalta a alma. Digam ao vosso cão, gato, passarinho, planta de estimação... que os amam.
E demonstrem, nao se limitem a dizer por dizer - sintam o conteúdo e força das palavras, e aquilo que elas causam dentro de vocês.
Digam baixinho... Sussurrem ao ouvido, beijem as palavras, e degustem o significado que elas têm :)
Porque será que...
... o ser humano MENTE tanto?!
Terá realmente necessidade de tal?!
(Este pequeno texto seria... aquilo que mais odeias em mim)
Odeio essa tua mania de, com o dedo, fazer subir os óculos pela estrutura do nariz acima, esse tique esquisito que tens.
Odeio esse teu ar deslavado, de cabelo preto - a puxar para o intelectualóide.
Odeio a tua forma de estar, a tua descontracção.
Odeio esses vestidos compridos floridos, os ocasionais lábios pintados de vermelho, e esse sorriso estúpido que, de vez em quando, desponta desse rosto.
Odeio as tuas galochas escuras, a tua vitória ao chapinhar nas poças de água - chapinhas nas pocinhas quando ninguém o pode fazer, ou tem coragem para tal.
Odeio mesmo quando vens de galochas, e chove a cântaros.
Odeio a criança que há em ti, e ainda mais odeio o adulto sério em que te tornaste.
Odeio o teu passado sombrio.
Odeio o teu presente quase brilhante.
Odeio esse teu perfume, esse teu cheiro a ti.
Odeio os teus lábios carnudos- oh, que lábios! - principalmente quando os entreabres ligeiramente.
Odeio o teu decote, a forma como o revelas inocentemente.
Odeio os teus casacos largos, o teu guarda chuva minúsculo, a tua bolsa cheia de tralhas - desde o desodorizante, até às chaves de casa.
Odeio muita coisa em ti.
No entanto, não deixo de querer ter-te, apesar de todas as imperfeições que possas ter - apesar da barriguinha, das pernas gordinhas, da pele branca como a cal das casas alentejanas, do mau humor matinal, do teu desejo incontrolável por chocolate, apesar de seres a inocente e a estranha criatura que és.
Uma música que adoro... Tem uma letra fantástica, e quando se ouve, sente-se o coração realmente vivo ;)
Is no hope in you for me
No corner you could squeeze me
But I got all the time for you, love
The Space Between
The tears we cry
Is the laughter keeps us coming back for more
The Space Between
The wicked lies we tell
And hope to keep safe from the pain
But will I hold you again?
These fickle, fuddled words confuse me
Like 'Will it rain today?'
Waste the hours with talking, talking
These twisted games we're playing
We're strange allies
With warring hearts
What a wild-eyed beast you'll be
The Space Between
The wicked lies we tell
And hope to keep safe from the pain
Will I hold you again?
Will I hold...
Look at us spinning out in
The madness of a roller coaster
You know you went off like a devil
In a church in the middle of a crowded room
All we can do, my love
Is hope we don't take this ship down
The Space Between
Where you're smiling high
Is where you'll find me if I get to go
The Space Between
The bullets in our firefight
Is where I'll be hiding, waiting for you
The rain that falls
Splash in your heart
Ran like sadness down the window into your room
The Space Between
Our wicked lies
Is where we hope to keep safe from pain
Take my hand
'Cause we're walking out of here
Oh, right out of here
Love is all we need, dear
The Space Between
What's wrong and right
Is where you'll find me hiding, waiting for you
The Space Between
Your heart and mine
Is the space we'll fill with time
The Space Between...
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